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PRESIDENTE DANIEL CHAPO: “AS TESES DA FRELIMO DEVEM SER TESES DO POVO MOÇAMBICANO”

O Presidente da FRELIMO e Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, exortou, esta quarta-feira, os membros do Comité Central a examinarem, com maior responsabilidade, a proposta das Linhas Gerais para a Elaboração das Teses ao 13.º Congresso, de modo a tomarem as decisões que melhor se adequem à visão estratégica do Partido, na nova era que se inaugura.

Daniel Chapo falava durante a abertura da IV Sessão Extraordinária do Comité Central, que decorre na cidade de Chimoio, província de Manica, com o objectivo de apreciar as recomendações da 11.ª Conferência Nacional de Quadros, bem como convocar o 13.º Congresso da FRELIMO que, à luz do calendário ordinário do Partido, deverá realizar-se no próximo ano.

Explicou que as Teses ao Congresso constituem um dos principais mecanismos de envolvimento dos militantes, simpatizantes e de todo o povo no debate sobre as grandes linhas de orientação do Partido e do país para os próximos anos. Por isso, salientou, elas “não devem ser uma espécie de objectos de adorno que só fazem sentido para os membros do Partido”.

“As Teses devem espelhar o que o povo moçambicano quer que a FRELIMO faça com o povo e para o Povo, porque, no final das contas, é o principal beneficiário da nossa acção governativa. Enfim, as Teses da FRELIMO devem ser Teses do Povo Moçambicano”, destacou.

A IV Sessão Extraordinária do Comité Central, que decorre ao longo de um dia, tem ainda na agenda a apreciação da proposta sobre o Sistema de Atribuição de Medalhas e Condecorações do Partido, bem como a apresentação de informações sobre matérias ligadas ao Recenseamento de Raiz dos Órgãos e dos Membros do Partido e ao Diálogo Nacional Inclusivo.

Daniel Chapo aproveitou ainda a ocasião para elogiar os delegados e convidados à Conferência Nacional de Quadros pelo debate profundo, que resultou em importantes contribuições que deverão orientar a FRELIMO nesta nova era de renovação do Partido e do país, rumo à independência económica.

“Recomendamos aos camaradas aqui presentes e aos demais que leiam e se apropriem do discurso de encerramento da Reunião de Quadros. Todos os cerca de 6 milhões de membros devem apropriar-se das ideias nele patentes. As mensagens contidas no discurso não devem morrer na gaveta dos dirigentes. O povo quer ver o discurso materializado nas acções de cada um de nós”, lembrou.

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