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O membro da comissão política do partido Frelimo e chefe da brigada central de apoio a província de Sofala, Alberto Chipande, elogiou a postura da população da província de Sofala perante os ataques que vem sendo protagonizados pelos Homens Armados da Renamo naquele canto de Moçambique.

“Nós ficamos satisfeito com o comportamento da nossa população, diante dos ataques ela continua se mantendo calma, e aconselhamos que continuem assim” disse Chipande.

No que refere aos preparativos do próximo congresso do partido Frelimo, que terá lugar no próximo ano, 2017, Alberto Chipande disse que a sua brigada está satisfeita, por que já foram organizados os gabinetes para preparar o evento.

“Oficializamos os gabinetes provinciais e distritais, que terão a missão de preparar as condições necessárias para preparar o congresso do nosso partido. Apelamos a observância da disciplina partidária, unidade e coesão interna no nosso seio, para que nesse processo possamos alcançar os objectivos que desejamos”, acrescentou.

O homem que deu o primeiro tiro para o início da Luta da Libertação de Moçambique, defendeu o envolvimento da população na preparação do XI Congresso do partido, por que na sua opinião, as decisões que serão tomadas na magna reunião dos camaradas irão beneficiar essa mesma população.

“A população deve se envolver para que a Frelimo ganhe e continue a governar e dirigir esse país por mais 40 anos (…), temos 50 anos a governar, queremos mais 40 anos”, sentenciou Chipande. (MM)

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O secretário-geral da Frelimo, Eliseu Machava diz que não faz sentido que numa altura em que os moçambicanos estão preocupados com a paz e desenvolvimento, a Renamo continue a matar pessoas.

Falando, ontem, no âmbito de uma visita de trabalho aos distritos municipais Ka Nyaca e Katembe, Eliseu Machava sublinhou que a Renamo deve pensar mais no Povo, parar com o saqueamento dos bens e matanças.

 

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O Secretário do Comitê Central para Área de Mobilização e Propaganda do partido FRELIMO, António Niquice escalou hoje os estúdios centrais da Rádio Indico para se inteirar do funcionamento daquele órgão de comunicação social.

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O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, exortou ontem os mediadores internacionais a ajudarem o Governo e a Renamo a acabarem com os confrontos militares, assinalando que o povo tem urgência em que o país volte a ter paz.

“O papel determinante é vosso, que a facilitação [que vai ser exercida pelos mediadores] ajude a encontrar a solução que vá de encontro às expetativas da população, para que não continue a morrer”, afirmou Nyusi, falando no seu gabinete de trabalho com os mediadores internacionais das conversações entre o Governo e a Renamo Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) para a restauração da paz no país.

Enfatizando que o povo é que deve ser o vencedor do atual processo negocial, Filipe Nyusi afirmou que as negociações entre o Governo e o principal partido de oposição devem resultar na paz definitiva em Moçambique.

“Que de uma vez para sempre se conclua este `dossier`, para que os investimentos continuem em prol do desenvolvimento económico e social do país, para não estarmos a desperdiçar tempo e forças”, declarou.

Em declarações aos jornalistas, à margem da reunião com o chefe de Estado, o italiano Mario Raffaelli, um dos dois mediadores indicados pela União Europeia (UE) e que chefiou a equipa de mediação do Acordo Geral de Paz de 1992 em Moçambique, considerou positivo o encontro com Filipe Nyusi, mas recusou alongar-se em comentários sobre o processo negocial.

“Sabem que sou muito experiente em negociações de paz, mas não vou fazer declarações, o encontro com o Presidente foi positivo”, afirmou Raffaelli.

A União Europeia (UE) indicou também Angelo Romano, da Comunidade de Santo Egídio, a instituição que mediou, em 1992 em Roma, o Acordo Geral de Paz, para as novas negociações entre Governo moçambicano e Renamo.

Além da UE, o actual processo negocial conta com a mediação da Igreja Católica – através do núncio em Maputo, Edgar Peña e do secretário da Conferência Episcopal de Moçambique (CEM), João Nunes -, do ex-Presidente do Botsuana Quett Masire, em representação da Fundação para a Liderança Global, com sede em Londres, de um representante da Fundação Faith, dirigida pelo ex-primeiro-ministro britânico, Tony Blair, e de um representante do Governo da África do Sul.

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