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O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, chegou ontem à Suazilândia para participar na 36ª Cimeira da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), que tem lugar hoje  e amanhã. 

 

Ainda ontem, o Chefe de Estado moçambicano, na qualidade de presidente em exercício da Troika do Órgão de Política, Defesa e Segurança da SADC, manteve encontro com as outras duas presidências integrantes, nomeadamente África do Sul e Tanzania.

 

Nesta cimeira da Troika do Órgão de Política, Defesa e Segurança da SADC, Filipe Nyusi e seus homólogos vão harmonizar o relatório do mandato, a ser apresentado à Cimeira da SADC hoje.

 

O Órgão da Troika é composto pelo presidente em exercício, neste caso Filipe Nyusi, pelo presidente cessante, Jacob Zuma, e pelo futuro presidente, John Magufuli, e reporta as suas actividades ao presidente da Cimeira da SADC.

 

Hoje, Filipe Nyusi passa a presidência da Troika do Órgão à Tanzania, que está representada nesta cimeira pelo seu vice-presidente, Samia Suluhu Hassan, continuando, ainda integrante do Órgão, na condição de presidente-cessante, saindo definitivamente a África do Sul do fórum.

 

Nesta marcha da SADC, o Chefe de Estado faz-se acompanhar pela Primeira-dama, Isaura Nyusi, pelos Ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Oldemiro Balói, da Indústria e Comércio, Ernesto Max Tonela, pelos Altos Comissários de Moçambique na Suazilândia, Luís Silva, e no Botswana, Domingos Fernandes, quadros da Presidência da República, dentre outras instituições do Estado.

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, reiterou ontem ser dever do Governo proteger as populações dos ataques perpetrados pelas milícias da Renamo, o maior partido da oposição em Moçambique, em diferentes partes do pais, semeiando luto e dor no seio dos concidadãos.

Durante um comício que orientou na localidade de Nensa, distrito de Marromeu, no prosseguimento da sua visita de trabalho a província central de Sofala, Nyusi voltou a manifestar o seu comprometimento em tudo fazer para trazer a paz em Moçambique.

"Como Governo, continuaremos com os nossos esforços para preservar a paz efectiva em Moçambique", disse Nyusi, numa intervenção focalizada em quatro pilares-macro, nomeadamente a preservação da paz, promoção da unidade nacional, aumento da produção e produtividade e a protecção dos recursos naturais.

Sobre a unidade nacional, o Chefe do Estado moçambicano disse acreditar que o distrito de Marromeu tem muita experiência nesta matéria, pois acolhe, desde há anos, cidadãos de várias regiões e tribos do país, em serviço na empresa açucareira local, a Companhia de Sena.

"Marromeu não é um distrito de desunião e tribalismo. Tem experiência de unidade nacional e deve ser consolidada", disse o estadista moçambicano, para quem o tribalismo só faz atrasar o processo de desenvolvimento.

"Unidade nacional é tolerância e respeito. No nosso projecto de unidade nacional temos como base o combate de assimetrias, através de partilha de riquezas existentes em cada uma das províncias", explicou Nyusi.

Num outro desenvolvimento, Nyusi sublinhou que Moçambique é de todos e o que o povo precisa são oportunidades para todos e justiça social.
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No concernente ao aumento da produção e produtividade, o Chefe de Estado incentivou as populações de Nenza e de Marromeu, em geral, a fazerem o aproveitamento das zonas baixas para o cultivo, não esperando apenas pela chuva para produzirem.

Importa referir que momentos antes do comício, Nyusi visitou, naquela localidade, uma machamba da Associação Agrícola de Pastos, no âmbito do programa de acção social produtiva, no povoado de Bauazi, onde afirmou ter saído satisfeito.

O dirigente da Nação apelou a população no sentido de proteger os recursos naturais, considerando tratar-se de grande riqueza de que o distrito de Marromeu deve-se orgulhar.

Logo após a sua chegada à vila sede de Marromeu, Nyusi visitou o viveiro do projecto de produção de Stévia, uma cultura nova no país, adoptada na Companhia de Sena.

Stévia é uma planta originária de Paraguai e que é usada na indústria alimentar e medicinal.

Ainda ontem, o Presidente da Republica trabalhou no distrito de Caia, onde orientou um comício popular no Posto Administrativo de Muraça, como também visitou o Centro de Investigação e Transferência de Tecnologias Agrárias.

No final da tarde, Nyusi teve um encontro com um grupo de mulheres (Agricultores, Comerciantes e de Poupança de Crédito).

Hoje, quarta-feira, o Chefe de Estado, Filipe Nyusi trabalha no distrito de Nhamatanda e na cidade da Beira, neste ultimo local dirigirá a abertura do IX Festival Nacional de Cultura.
(AIM)

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Numa conferencia de imprensa de emergência realizada na quarta-feira última, o chefe da delegação do Governo de preparação do encontro entre o Chefe do Estado e o Líder da Renamo, esclareceu a informação veiculada por muitos órgãos de informação dando conta de uma cedência por parte do Governo da Frelimo na governação pela Renamo das tais províncias.

Falando à imprensa, Jacinto Veloso esclareceu que houve uma má interpretação dos órgãos de comunicação social em relação ao assunto, nenhum dos pontos da agenda vai avançar de forma isolada, e ainda não há acordo final sobre a matéria em epígrafe.

De acordo com o documento que foi veiculado nas redes sociais incluindo na imprensa, foi acordado entre as partes que, em relação ao assunto da governação das seis províncias pela Renamo, o assunto, deve ser discutido no quadro da Unidade Nacional e do processo de Descentralização Administrativa, que confira mais poderes de decisão aos órgão locais do Estado, incluindo os recursos financeiros e a forma Descentralizada de Eleições e designação dos Governadores Provinciais.

Sendo assim, a delegação do Presidente da Republica e a delegação da Renamo concordaram em constituir, no âmbito da Comissão Mista e com a presença dos mediadores e facilitadores, uma sub-comissão com a tarefa de preparar um pacote legislativo antes das próximas eleições, nomeadamente:

1. Revisão pontual ou Substancial da Constituição da Republica
2. Revisão da lei dos órgão locais do Estado e seu Regulamento
3. Aprovação da Lei das Assembleias Províncias
4. Aprovação a lei dos Órgão de governação Provincial.
5. Aprovação da Lei de Finanças Províncias.
6. Revisão da lei de bases da Organização e funcionamento Administração Publica.
7. Reexame do modelo de autarcização de todos os distritos conforme a Lei 3\94.

Sobre a ” Governação da Renamo nas Seis Províncias” como está escrito no documento exibido, Jacinto Veloso disse que devem ser encontrados mecanismos legais para o efeito. Outrossim, a preparação do referido pacote tem que ser concluída antes do final do mês de Novembro de 2016. E a Comissão Mista irá proceder a entrega desse mesmo expediente à Assembleia da Republica, através dos canais apropriados para sua apreciação e aprovação.

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O Presidente da República disse, ontem, no distrito de Macate, que não estranha a intensificação dos ataques da Renamo, porque o partido de Afonso Dhlakama sempre foi assim. 

“Não estou a estranhar, porque nós sabemos o que é a Renamo em todos os momentos. O contrário (não atacar) é que seria estranho. A Renamo sempre atacou tudo, a riqueza, os animais no mato e machambas das populações. Agora está a extorquir dinheiro. Essas não são coisas que o Governo ou as pessoas estão a inventar”, afirmou Nyusi.

O Presidente da República disse, também, que há órgãos de comunicação social que ocultam as atrocidades da Renamo. Filipe Nyusi disse respeitar as linhas editoriais, mas condena as invenções.

“Estamos livres e cada um pode dizer aquilo que quiser, com base na sua linha editorial. Nós, isso compreendemos e estamos neste momento de liberdade de expressão”, referiu o Chefe de Estado, defendendo que os órgãos estão livres de divulgar as informações, desde que não escondam ou não inventem o que não é. Mas se optarem por não dizer nada, não há problema nenhum.

Num outro desenvolvimento, Filipe Nyusi disse que nos comícios que dirigiu nos distritos de Macossa, Mossurize, Vandúzi e Macate, a população defendeu que não se pode retirar elementos das Forças de Defesa e Segurança (FDS) dos postos administrativos onde estão colocados, porque estão a defender o povo. 

Segundo Nyusi, “A população respondeu em coro que não. E estão a pedir até a presença das Forças de Defesa e Segurança nos postos administrativos, localidades e bairros”.

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