hasta yatağıhasta yatağıtuzla escort
×

Alerta

JUser: :_load: Não foi possível carregar o utilizador com o ID: 940

Publicações
Publicações (77)

21.Nov..2015 Escrito por

Estimados Pescadores,

Compatriotas,

Por ocasião do Dia Mundial do Pescador que se comemora, hoje, 21 de Novembro de 2015, felicito a todos os pescadores do mundo inteiro, em especial aos do meu país pelo seu grande contributo para o desenvolvimento nacional.

A celebração desta efeméride constitui uma expressão de reconhecimento que as Nações devotam a classe de pescadores pela sua importância e função sócio-económica.

Em Moçambique, celebramos a data sob o lema “Pesca Responsável, Pescado com Qualidade, Consumidor Saudável”, com a convicção de que é necessário manter o equilíbrio entre o uso sustentável de recursos naturais marinhos e a qualidade de vida que os nossos concidadãos merecem.

Enaltecemos o espírito de sacrifício e da família, particularmente, os que praticam ainda a pesca de subsistência, que tudo fazem, perante as adversidades do mar, gerando rendas directas para si e indirectos para milhares de moçambicanos.

Por isso, o Governo reitera o seu compromisso em continuar a desenvolver esforços para poupar vidas humana no mar, através de aplicação rigorosa dos regulamentos sobre a segurança marítima e promoção de acções de educação e de assistência a esta classe de empreendedores.

Encorajamos a pesca de média e de grande escala a promover a de pequena, porque esta representa um potencial na cadeia de produção pesqueira.

Desejamos a todos pescadores e suas famílias muita saúde e observância de medidas de segurança do mar com vista a salvaguardar a vida humana.

A todos os pescadores de todo o território nacional desejamos um Feliz Dia!

Maputo, aos 21 de Novembro de 2015

Filipe Jacinto Nyusi

Presidente da República de Moçambique

12.Nov..2015 Escrito por

MAPUTO, 12 DE NOVEMBRO DE 2015 - O Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, efectua no dia 13 de Novembro de 2015, uma visita de trabalho à província de Inhambane.

11.Nov..2015 Escrito por

Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique, na Assembleia Nacional, por ocasião da Visita de Estado, à República da Angola de 8 a 12 de Novembro de 2015

Senhor Presidente da Assembleia Nacional da República de Angola;
Senhores Deputados da Assembleia Nacional;
Senhores Membros do Corpo Diplomático Acreditado na República de Angola;
Minhas Senhoras e Meus senhores;

Caros Irmãos.

A nossa visita a esta casa do Povo enquadra-se no reforço das nossas relações bilaterais e, sobretudo, no incremento da nossa cooperação, troca de experiências entre os nossos dois Parlamentos que sintetizam as aspirações dos nossos Povos.

Com muita honra nos dirigimos à Vossas Excelências e, através de vós, legítimos representantes do Povo da República de Angola, de Cabinda ao Cunene e do Mar ao Leste, a quem trazemos as mais calorosas e fraternas saudações do Povo irmão do Índico.

Permitam-nos, tomar esta oportunidade, para expressar a nossa profunda satisfação e gratidão pela calorosa hospitalidade e acolhimento que temos vindo a receber desde a nossa chegada a esta esplêndida Cidade de Luanda.

Estamos aqui em vésperas da celebração do quadragésimo aniversário da vossa independência, porque reconhecemos o mérito da trajectória da vossa luta pela liberdade, paz e estabilidade.

Esta trajectória coincide com o nosso percurso histórico e político contemporâneo.

Estas celebrações estão a avivar as nossas memórias da longa trajectória comum da luta pela autodeterminação.

Evocam os mártires da Pátria e o sofrimento consentido por destacados filhos desta Terra. Este orgulho de Angolanos, também é nosso orgulho.

Senhores Deputados;

Quis a História que moçambicanos e angolanos tivessem o mesmo colonizador. Na sua tentativa de dividir para reinar deportou moçambicanos para este país.

Para nossa felicidade o resultado se reflecte na nossa irmandade, solidariedade e cooperação que hoje celebramos.

As nossas relações de irmandade e solidariedade iniciaram durante a resistência secular contra a ocupação estrangeira.

Reforçaram-se na luta pela emancipação política.
Hoje as nossas relações consolidam-se no processo da edificação da Nação e do Estado dos nossos dois Países.

Foi com esse espírito de camaradagem que há 40 anos proclamamos as nossas independências. Volvidos 40 anos, estamos a celebrar a nossa afirmação no concerto das Nações.

Caros Irmãos,

Esta é a nossa primeira visita de Estado depois da nossa tomada de posse como Presidente da República de Moçambique, a 15 de Janeiro de 2015, na sequência das eleições gerais, legislativas e das assembleias provinciais, realizadas a 15 de Outubro de 2014.

Viemos à Luanda para reafirmar a nossa forte vontade política de continuar a estreitar os nossos laços de amizade, irmandade e cooperação.

Estamos aqui, para expressar o nosso fraterno reconhecimento pelo papel que a Assembleia Nacional de Angola tem estado a desempenhar em prol do desenvolvimento da democracia de Angola e no reforço da nossa cooperação bilateral.

A democracia multipartidária, em Angola e Moçambique tem a mesma idade.
Nasceu e cresceu sob o mesmo substrato político pós-colonial cheio de desafios inerentes às transformações políticas, económicas e sociais que se impunham nos nossos dois Estados.

Fizemos juntos a trajectória da luta pela liberdade, paz e democracia. Lado a lado enfrentamos os mesmos desafios pela unidade nacional, soberania e independência económica.

Estes factos históricos análogos ilustram que temos razões de sobra para incrementar os nossos índices de cooperação.

Juntos buscaremos soluções comuns para os desafios comuns do desenvolvimento.

Devemos tomar a dianteira nesse sentido porque o isolamento é contrário à ideia do progresso técnico, cultural e político, tal como defendeu o Presidente Agostinho Neto, na Universidade de Dar-es-Salam, em 1974.

Caros Deputados;

Como sabem, a situação política e social em Moçambique é estável.

As instituições do Estado estão em pleno funcionamento.

Todavia, temos ainda alguns desafios decorrentes da compreensão dos fundamentos da democracia.

Estes desafios obrigam-nos a redobrar esforços para garantir a unidade nacional, a paz, a estabilidade e concórdia, condições imprescindíveis para o combate ao nosso inimigo comum que é a pobreza.

Viajamos com alguns representantes do nosso Povo, os deputados, em representação dos 250 Deputados da Assembleia da República.

Queremos que eles usem esta oportunidade para a troca de experiência institucional com esta casa e seus colegas, sobre os mais diversos assuntos de interesse comum.

Viemos, pois, colher essa experiência em alguns domínios de interesse mútuo.

Como dissemos, os nossos processos políticos e democráticos apresentam muitas semelhanças.

O Parlamento Moçambicano encontra-se, neste momento, reunido na sua Segunda Sessão da Oitava Legislatura.

Em cumprimento escrupuloso da Lei moçambicana, durante a semana passada o meu Governo esteve na casa do Povo para responder às perguntas das três bancadas da nossa Assembleia da República.

Como se pode depreender trabalhamos com o Parlamento no aprofundamento da democracia, com base nos princípios de separação de poderes e de interdependência.

Admira-nos a vossa coexistência política, que se resume no confronto de ideias e na competição durante os pleitos eleitorais.

Constatamos com agrado que Angola acatou o silêncio das armas e respeita a vida humana e os bens dos cidadãos.

O Povo angolano encontrou a fórmula certa para a coexistência pacífica entre várias formações políticas.
Uma fórmula que consegue manter as formações políticas não armadas.

Acreditamos que esta experiência será explorada pelos nossos Deputados.

Senhor Presidente,
Ilustres Convidados

A livre circulação de pessoas, bens e serviços é um assunto global que preocupa os Governos, Parlamentos e os cidadãos.

A livre circulação de pessoas e bens é um pressuposto básico no exercício económico que facilita o sector empresarial para dar o seu contributo para a produção de rendas.

Quarenta anos depois, achamos que é chegado o momento de reflectirmos juntos a nossa irmandade histórica de modo a reverte-la em acções concretas para o benefício do cidadão.

As nossas regras devem facilitar o ambiente de negócios entre os nossos dois Países tradicionalmente irmãos.

A terminar queremos informar aos estimados deputados que continuaremos a preservar com muito carinho, os nossos laços históricos de amizade, solidariedade e cooperação.

Neste nosso novo ciclo de Governação apostaremos na diplomacia económica.

É tempo para passarmos da retórica para actos concretos que concorram para o bem-estar dos nossos dois Povos.

A nossa cooperação económica deve falar mais alto, só assim conseguiremos sustentar a nossa relação política.

Muito obrigado pela vossa atenção.

29.Out..2015 Escrito por

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

O Princípio da Legalidade Como Garantia da Satisfação das Aspirações dos Cidadãos pela Administração Pública

Discurso de Sua Excelência, Filipe Jacinto Nyusi, Presidente Da República De Moçambique, na Abertura da 3ª Conferência sobre Inovação e Boas Práticas na Administração Pública

Maputo, 29 de Outubro de 2015

 

28.Out..2015 Escrito por

09:00 Horas – Presidente da República procede a abertura da Conferência Nacional sobre Inovação e Boas Práticas na Administração Pública.

Local: Centro de Conferências Joaquim Chissano

18:00 Horas – Presidente da República participa na Gala “Millenium BIM - 20 Anos”

Local: Polana Serena Hotel

28.Out..2015 Escrito por

Ministério da Defesa nacional:

Importância da Formação como Garante da Paz e Segurança

Comunicação de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, na cerimónia de abertura do XVI Conselho Coordenador do Ministério da Defesa Nacional.

Maputo, 28 de Outubro de 2015

28.Out..2015 Escrito por

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA

FILIPE JACINTO NYUSI,

PRESIDENTE DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE, NO FÓRUM DE NEGÓCIOS

Pretoria, 22 de Outubro de 2015

28.Out..2015 Escrito por

Moçambique e África do Sul: reforçando as relações de amizade e solidariedade entre os seus Povos

BANQUETE OFICIAL

Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique, no Banquete de Estado, oferecido por Sua Excelência Jacob Zuma, Presidente da Republica da África do Sul, por ocasião da Visita de Estado, a República da África do Sul de 21 a 23 de Outubro de 2015.

Maputo, 21 de Outubro de 2015

09.Out..2015 Escrito por

“Ministério do Interior, aprimorando estratégias para o reforço da paz, segurança e tranquilidade públicas”

Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique, Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, por ocasião da cerimónia de Abertura do XXV Conselho Coordenador do Ministério do Interior

Maputo, 08 de Outubro de 2015

Senhor Ministro do Interior;

Senhores Membros do Conselho de Ministros;

Senhor Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique;

Senhor Director-Geral do SISE;

Senhor Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Defesa de Moçambique;

Senhor Governador da Província de Maputo;

Senhora Administradora do Distrito de Marracuene;

Senhores Membros do Conselho Consultivo do Ministério do Interior;

Senhores Oficiais Comissários, Superiores e Subalternos da Polícia da República de Moçambique;

Ilustres Convidados;

Minhas Senhoras, Meus Senhores.

Antes de mais, permitam-me felicitar aos Oficiais Comissários que acabamos de patentear como imperativo do preenchimento da Orgânica da Polícia da República de Moçambique.

A vossa promoção é o reconhecimento dos bons serviços prestados à Pátria e da vossa capacidade de adaptação aos novos desafios que despontam no horizonte.

O vosso desempenho e postura demonstrados ao longo da vossa folha de serviço bastante digna, representam a imagem da Policia da República de Moçambique e constitui um orgulho para os moçambicanos.

Recomendamos, que continuem a explorar ao máximo a vossa própria experiência de direcção, e transmitam às vossas equipas de trabalho o grande sentido de missão, de integridade e de dedicação ao Povo que jurastes servir.

Continuem também a ouvir e aprender dos vossos colaboradores, não tenham nunca a ilusão de que sozinhos têm a solução para todos os desafios. A humildade pode trazer ganhos incomensuráveis para todos nós.

Da nossa parte, tudo faremos para facilitar a vossa missão de comando, de modo a que sejam bem sucedidos. Parabéns, a nossa felicitação se estende para as vossas famílias.

Caros Oficiais Comissários, Superiores e Subalternos,

Permitam-me que saúde os dirigentes e quadros do Ministério do Interior, a todos oficiais comissários, superiores e subalternos, sargentos e guardas em todo o Território Nacional.

A saudação particular para os participantes e convidados deste XXV Conselho Coordenador, que hoje tem início.

Estamos aqui para manifestar o nosso apreço pelo vosso desempenho, na honrosa missão de garantir a Ordem, Segurança e Tranquilidade Públicas.

Na protecção de pessoas e bens, a identificação dos cidadãos nacionais, o controlo do movimento migratório e no salvamento de pessoas do nosso País.

O desempenho dos quadros do Ministério do Interior e dos Serviços e instituições dele dependentes, integrado no contexto das Forças de Defesa e Segurança e no Sistema da Administração da Justiça, tem se assumido como um factor importante na manutenção da paz, Ordem, Segurança e Tranquilidade Públicas.

Caros participantes,

O presente Conselho Coordenador decorre passados poucos dias da comemoração do 23° Aniversário dos Acordos de Roma, o que nos faz, mais uma vez, reflectir sobre a Paz no nosso País.

Com o advento da Paz, o nosso País vem registando níveis assinaláveis de crescimento e desenvolvimento económico que importa manter, e que dia após dia se vai reflectindo na melhoria das condições de vida e do bem-estar dos moçambicanos.

O lema escolhido para este Conselho Coordenador, que passamos a citar Ministério do Interior, aprimorando estratégias para o reforço da Paz, Segurança e Tranquilidade Públicas, ilustra claramente a necessidade que temos de vencer os desafios presentes e os que surgem em cada etapa da nossa caminhada.

Um dos desafios mais prementes que se coloca a todos os moçambicanos, é a promoção, manutenção e consolidação da Paz.

Para nós, a Paz é um bem essencial e inalienável sendo que a sua preservação constitui interesse supremo do Estado.

Não podemos, em momento algum, pôr em risco Moçambique esse bem maior.

Os apelos que temos recebido de todas as fontes, são resultantes da vossa dedicação. Porém, e porque reconhecemos as vossas responsabilidades, sois chamados a dar a melhor resposta a este desafio, fazendo com que a Paz passe a coexistir com cada um de nós, de forma que possamos continuar a desenvolver o nosso país.

Um dos investimentos maiores a fazer na preservação da Paz, reside na formação do Homem, pois ele é o centro da nossa governação.

Queremos neste âmbito, saudar os esforços que o Ministério do Interior e a Policia da República de Moçambique tem estado a desenvolver o que empresta cada vez mais a qualidade e interventiva da nossa Policia.

Nesse sentido, queremos recomendar uma maior e melhor selecção dos nossos efectivos, a todos os níveis, e a sua permanente capacitação para responder a uma criminalidade cada vez mais sofisticada.

Urge, sobretudo, especializar os nossos recursos humanos em áreas associadas à prevenção criminal, por forma a atacarmos o mal antes que ele nos atinja.

Para além da formação contínua, é importante aprimorar os mecanismos de inspecção, controlo e supervisão sistemática, das forças policiais e dos funcionários que lidam com o cidadão.

Minhas Senhoras, Meus Senhores

O Conselho Coordenador constitui um momento privilegiado para que o Ministério do Interior, como órgão director central em matéria de segurança e ordem pública, proceda ao balanço das suas actividades, de modo a perspectivar acções futuras.

Esperamos que no decurso dos trabalhos busquem as soluções adequadas para vários problemas que nos afligem.

Falamos dos acidentes de viação, que tem ceifado muitas vidas e destruído tantas outras.

Referimo-nos ao novo fenómeno criminal de rapto e sequestro de pessoas com deficiência de pigmentação da pele.

Fazemos igualmente referência à falsificação de documentos de identificação e de viagem.

No mesmo contexto, impõe-se definir as acções necessárias que permitam ajustar a capacidade do sector aos desafios do controlo do movimento migratório, tendo em conta a actual dinâmica dos fluxos migratórios, resultantes da globalização.

Para o sucesso da vossa missão, como dirigentes e quadros do Ministério do Interior, é importante que continuem a consolidar os mecanismos de colaboração com as demais instituições das Forças de Defesa e Segurança e com o sector da Administração da Justiça.

A nível interno, o Ministério do Interior deve consolidar as reformas em curso, prestando a necessária atenção à reorganização das áreas de Identificação Civil e da Polícia de Investigação Criminal. Devem ter sempre em conta os desafios globais que se colocam actualmente à segurança dos Estados, caracterizados por uma maior circulação de pessoas, pela expansão do crime transnacional organizado e do terrorismo.

Minhas Senhoras, Meus Senhores

A natureza das atribuições do Ministério do Interior exige uma atitude enérgica orientada para o reforço dos padrões de ética e deontologia profissional na prestação de serviço ao cidadão, condição indispensável para o reforço da base de confiança entre as autoridades e o cidadão.

O nosso Povo merece que a sua Polícia e os demais serviços do Ministério do Interior sejam credíveis.

Essa credibilidade e confiança devem resultar da postura de cada um dos seus servidores.

Exortamos cada quadro e dirigente, a dar o seu melhor para encontrar as respostas e formular soluções adequadas e oportunas que satisfaçam as preocupações dos cidadãos, servindo com zelo, dedicação e profissionalismo o Estado.

Para terminar, é nossa expectativa que este XXV Conselho Coordenador sirva de oportunidade para aprofundarem e enriquecerem as vossas experiências, através de reflexões sobre os assuntos constantes da vossa agenda de trabalho.

Com estas palavras temos a honra de declarar aberto o Vigésimo Quinto Conselho Coordenador do Ministério do Interior.

Muito obrigado pela vossa atenção.

27.Ago..2015 Escrito por

Senhores Membros do Conselho de Ministros;
 
Senhor Chefe da Casa Militar;
 
Senhores Vice Ministros;

  • Mais Notícias
  • Delegações Provinciais

 

UNIDOS NA LUTA CONTRA A POBREZA

Subscreva ao boletim informativo