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A FRELIMO
22.Set..2015 Escrito por
eduardo-mondlaneFoi fundador e primeiro Presidente da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO), arquitecto de Unidade Nacional, nasceu em, Manjacaze, Província de Gaza, a 20 de Junho de 1920 e faleceu a 3 de Fevereiro de 1969, vitima de um livro armadilhado com bomba que ao explodir pôs termo a sua vida.
Filho de um chefe tradicional, Mondlane estudou na missão presbiteriana suíça próxima de Manjacaze, terminou os seus estudos secundários numa escola da mesma igreja na África do Sul, depois de uma curta passagem pela Universidade de Lisboa, foi ainda financiado pelos suíços para fazer os estudos superiores nos Estados Unidos da América, onde se doutorou em sociologia.

Trabalhou para as Nações Unidas, no Departamento de Curadoria, como investigador dos acontecimentos que levavam à independência dos países africanos e foi também professor de história e sociologia na Syracuse University, em Nova Iorque. Nessa altura (década 50), Mondlane teve contactos com Adriano Moreira, um ministro português que queria recrutá-lo para trabalhar na administração colonial; Mondlane, por seu turno, tentou convencê-lo da necessidade de Portugal seguir o caminho dos restantes países, que estavam a dar independência às suas colónias africanas.

Em 1961, visitou Moçambique, a convite da Missão Suíça, e teve contactos com vários nacionalistas, onde se convenceu que as condições estavam criadas para o estabelecimento de um movimento de libertação. Por essa altura e independentemente, formaram-se três organizações com o mesmo objectivo : a UDENAMO (União Democrática Nacional de Moçambique), a MANU (Mozambique African National Union) e a UNAMI (União Nacional Africana para Moçambique Independente). Estas organizações tinham sedes em países diferentes e uma base social e étnica também diferentes, mas Mondlane tentou uni-las, o que conseguiu, com apoio do presidente da Tanzânia, Julius Nyerere – a FRELIMO foi de facto criada na Tanzânia, com base naqueles três movimentos, em 25 de Junho de 1962 e Mondlane foi elito seu presidente.

Em Julho de 1968, realizou-se em Matchedje, Niassa, o Segundo Congresso da FRELIMO onde Mondlane é reeleito presidente. Infelizmente, Eduardo Mondlane não viu o seu sonho realizado porque, em 3 de Fevereiro de 1969, morreu ao abrir uma encomenda que continha uma bomba. Mais tarde, descobriu-se que a encomenda tinha sido preparada em Lourenço Marques pela PIDE.

Em reconhecimento dos seus brilhantes e heróicos feitos, por ele protagonizados em prol de Libertação de Moçambique e do seu povo, o 3 de Fevereiro foi instituído como dia dos Heróis Moçambicanos.
22.Set..2015 Escrito por
samora-machelFoi o segundo Presidente da Frente de Libertação de Moçambique e o fundador da Nação moçambicana, nasceu em Chilembene, Província de Gaza, a 29 de Setembro de 1933 e faleceu a 19 de Outubro de 1986, vitima de acidente aéreo na sequência do despenhamento do avião que o transportava de regresso a Maputo, vindo da Cidade de Ndoola, Zâmbia, em mais uma missão de Paz.

Samora Machel é filho de um agricultor, Mandande Moisés Machel, da aldeia da Madragoa, actual Chilembene. Samora entrou para a escola primária com 9 anos, quando o governo colonial entregou a educação indígena à igreja católica.

Quando terminou a escola primária com cerca de 18 anos quis continuar a estudar, mas os padres só lhe permitiram estudar teologia e Samora decidiu ir tentar a vida em Lourenço Marques.
Teve a sorte de encontrar emprego no hospital Miguel Bombard, actual Hospital Central de Maputo e, em 1952 começou o curso de enfermagem, e a sua custa conseguiu financiar os estudos secundários. Em 1956 foi colocado como enfermeiro na ilha de Inhaca.

Neto de um guerreiro de Gungunhane, Samora foi educado como um nacionalista e, como estudante, foi sempre um “rebelde” e tomou conhecimento dos importantes acontecimentos que se davam no mundo: a formação da República Popular da China, com Mão Tse-Tung, em 1949, a independência do Gana em 1957. Mas foi o seu encontro com Eduardo Mondlane de visita a Moçambique, em 1961, que nessa altura trabalhava no Departamento de Curadoria da ONU, como investigador dos acontecimentos que levavam à independência dos países africanos, que juntamente com a perseguição política de que estava a ser alvo, levou a decisão de Samora de abandonar o País, em 1963 e juntar-se à FRELIMO, na Tanzânia.
Para Samora chegar à Tanzânia, teve a sorte de, no Botswana encontrar Joe Slovo, então Presidente do Partido Comunista Sul Africano com um grupo de membros do ANC, que lhe ofereceram boleia num avião que tinham fretado.

Em 1963 fez parte dos primeiros grupos que foram prestar treinos militares na Argélia. No seu regresso à Tanzânia, ele tornou-se imediatamente num comandante. Em 1965 dirige o desencadeamento da luta armada no sector oriental do Niassa e, em Novembro de 1966, na sequência do assassinato de Filipe Samuel Magaia, então Chefe do Departamento de Segurança e Defesa DSD, Samora foi nomeado Chefe do Departamento de Defesa, enquanto Joaquim Chissano foi nomeado Chefe do Departamento de Segurança.

Em 1967, Samora Machel criou o Destacamento Feminino (DF) para envolver as mulheres moçambicanas na luta de libertação e, em 1969 casou-se oficialmente com Josina Muthemba. Em 1968, foi reaberta a Frente de Tete, que foi a forma como Samora respondeu a dissidências que se verificavam dentro do movimento, reforçando a moral dos guerrilheiros. Em 3 de Fevereiro de 1969, Eduardo Mondlane, então Presidente da FRELIMO, foi assassinado com uma encomenda-bomba. Urias Simango, o então Vice-Presidente da Frelimo, assumiu a presidência, mas a III Sessão do Comité Central, reunido em Abril, decidiu rodeá-lo de duas figuras – Samora Machel e Marcelino dos Santos, formando um triunvirato. Simango, em Novembro desse ano, publicou um documento dando apoio aos antigos dissidentes (que não tinham ainda sido afastados do movimento) e acusando Samora e vários outros dirigentes de conspirarem para o matar. Em Maio de 1970, noutra sessão do Comité Central, Simango foi expulso da FRELIMO e Samora Machel foi eleito Presidente, com Marcelino dos Santos como Vice.

Nos anos seguintes, até 1974, Samora transforma a Luta de Libertação em Revolução Democrática e Popular conseguindo organizar a guerrilha de forma, não só a neutralizar a ofensiva militar portuguesa, comandada pelo General Kaulza de Arriaga, um grande estratega militar, a quem foi dado um enorme exército de cerca de 70.000 homens e mais de 15.000 toneladas de bombas, mas também organizar as Zonas Libertadas, que abrangiam 30% do território. Para além disso, Samora dirigiu uma grande ofensiva diplomática, em que granjeou apoios, não só dos tradicionais aliados socialistas, mas também do Papa, que era um tradicional aliado de Portugal.

A seguir ao golpe de estado militar de 25 de Abril de 1974 “Revolução dos Cravos”, que tinha tido como causa imediata a incapacidade de resolver a questão colonial pela força das armas, o então Ministro dos Negócios Estrangeiros português, Mário Soares, encabeçou uma delegação a Lusaka, em que propôs à FRELIMO um cessar-fogo e a realização de um referendo para decidir se os moçambicanos queriam ou não a independência. Samora recusou, afirmando que “A paz é inseparável da independência” e expandiu as operações militares, contando com a fraqueza do exército colonial.
Em Julho, cercou um destacamento português que se rendeu; este facto, muito propagandeado pela imprensa, levou Lisboa a mudar de atitude e, em 7 de Setembro de 1974, foram assinados os Acordos de Lusaka, que marcaram a etapa decisiva para a proclamação da Independência de Moçambique a 25 de Junho de 1975.

Na sessão do Comité Central da FRELIMO realizada na praia de Tofo, nos princípios de 1975 e dirigida por Samora Machel, foi aprovada a Constituição da República Popular de Moçambique e decidido que Samora seria o Presidente da República. Proclamada a Independência, Samora sempre assumiu uma política populista, tentando utilizar nos meios urbanos e rurais os métodos usados na guerrilha e nas Zonas Libertadas e angariar o apoio do povo para as tarefas da reconstrução e desenvolvimento do Moçambique independente.

A sua política de desenvolvimento, não só contou com o apoio dos países socialistas como também de capitalistas, o que levou Samora a assinar acordos com o Banco Mundial e FMI em 1985. Samora Machel participou activamente na criação da Linha da Frente e em todas as grandes decisões que fizeram avançar a luta de libertação na África Austral.

O maior desafio que Samora Machel enfrentou durante os anos da sua governação, foi a guerra de desestabilização que era era movida pelos interesses americanos e ocidentais através do regime do Apartheid. Como diplomata, Samora assinou um Acordo de boa vizinhança com o então Primeiro Ministro da África do Sul Pieter Botha, que no entanto ficou apenas no papel.

Samora foi um dirigente querido e admirado por quase todos os estadistas do Mundo. Realizou, ao longo da sua curta, mas extraordinariamente rica historia de estadista e revolucionário consequente, diversas visitas de trabalho e de amizade aos mais variados países dos cinco continentes.
Devido as suas qualidades no plano interno e internacional, Samora foi sempre alvo dos seus inimigos, razão pela qual viria a ser assassinado num acidente aéreo a 19 de Outubro de 1986.
22.Set..2015 Escrito por
joaquim-chissanoNasceu a 22 de Outubro de 1939 na aldeia remota de Malehice, distrito de Chibuto, província de Gaza.
Frequentou o ensino primário numa escola oficial na cidade de Xai-Xai, actual capital provincial de Gaza.
Em 1951, o jovem Joaquim Chissano logrou tornar-se no primeiro negro a matricular-se no Liceu Salazar (actual Escola Secundária Josina Machel), onde fez os seus estudos secundários.
Nessa altura, Joaquim Chissano integrou o Núcleo dos Estudantes Secundários Africanos de Moçambique (NESAM), organização de que se tornou seu líder.

Depois de concluir o ensino secundário em 1960 partiu para Portugal afim de cursar medicina. Entretanto, em 1961 viu-se na contingência de fugir deste país, integrando um numeroso grupo de estudantes provenientes das então colónias portuguesas de África, devido a perseguição de que estavam sujeitos pela Policia Secreta Portuguesa (PIDE) devido às suas convicções no que diz respeito ao direito à auto-determinação dos seus povos. Chegado à Paris na França estabeleceu contactos com Dr. Eduardo Chivambo Mondlane, um moçambicano então professor na Universidade de Siracusa que viera dos Estados Unidos da América de propósitos para se encontrar com os estudantes moçambicanos que entretanto haviam fundado a União Nacional dos Estudantes Moçambicanos (UNEMO). Com objectivo de continuar com os estudos matriculou-se na Universidade de Poitiers, em França.

Em Abril de 1962 Joaquim Chissano viajou para Dar Es Salaam a fim de, em representação da União dos Estudantes Moçambicanos, de que era Presidente, tentar convencer os Movimentos de Libertação ali sediados a unirem-se numa FRENTE DE LIBERTAÇÃO NACIONAL.

Como corolário de esforços conjugados com vários outros compatriotas liderados por Eduardo Mondlane, a FRENTE DE LIBERTAÇÃO DE MOÇAMBIQUE (FRELIMO) foi formalmente fundada a 25 de Junho de 1962, em Dar-Es-Salaam, Tanzania.
A consciência patriótica de Joaquim Chissano leva-o a responder positivamente ao chamamento da FRELIMO, que ajudou a formar, e abandonar os estudos, em 1963, de modo a fixar-se na Tanzania afim de servir mais directamente a causa da libertação nacional.

Dadas as suas qualidades de liderança e a sua entrega é pouco tempo depois da sua chegada designado Secretário Particular do Presidente Eduardo Mondlane e Assistente deste nas funções de Chefe do Departamento de Educação e por inerência de funções torna-se membro do Comité Central da FRELIMO.
Em 1964 acumula as suas funções com as de subtítulo do Chefe de Departamento de Segurança e Defesa. No mesmo ano recebe uma formação militar em Moscovo. De regresso, em 1965, reassume as suas funções na Educação e participa como professor nas actividades da Escola Secundária da FRELIMO e do Instituto Moçambicano.

Em 1966 volta à formação militar. De regresso é nomeado chefe do Departamento da Segurança que é encarregado de criar, já separado do Departamento de Defesa.

Em 1968 participa no II Congresso da FRELIMO, realizado em Matchedje, uma zona libertada da província do Niassa, no Norte de Moçambique. Ali foi eleito membro do Comité central.

Em 1969 Joaquim Chissano é nomeado Representante Permanente da FRELIMO na Tanzânia cargo que acumulou com a de Chefe do Departamento de Segurança.
Chissano jogou um papel fundamental nas negociações dos Acordos de Lusaka, assinados a 7 de Setembro de 1974, entre a FRELIMO e o Governo Português, sobre a Independência de Moçambique.

A 20 de Setembro de 1974, com apenas 35 anos de idade, Joaquim Chissano toma posse como Primeiro-Ministro do Governo de Transição que conduziria Moçambique à proclamação da sua Independência Nacional, a 25 de Junho de 1975.

Depois da proclamação da Independência, Chissano é nomeado Ministro dos Negócios Estrangeiros. Como chefe da diplomacia moçambicana ajudou o país a granjear respeito e simpatia em todo o Mundo, do oriente ao ocidente e do norte ao sul.

Chissano participou com a equipa de Samora Machel na preparação e direcção das negociações do Acordo de N’Komati embora não tomasse parte nos contactos directos para não dar aso a um relacionamento diplomático com a África do Sul. Fez parte na delegação que acompanhou o Presidente Machel à assinatura do mesmo acordo na fronteira com África do Sul em 1984. Com a morte trágica do Presidente Samora Machel, em 1986, Joaquim Chissano é eleito Presidente da República Popular de Moçambique.

Como Chefe do Estado, Chissano conduziu com sucesso profundas reformas sócioeconómicas no país, fundamentalmente consubstanciadas na Constituição de 1990, que abriu Moçambique ao multipartidarismo e á economia de mercado.
Chissano conduziu igualmente com sucesso as negociações com o ex-movimento armado Renamo para o fim de 16 anos de uma guerra de desestabilização que dilacerou o tecido social e económico do país. O Acordo de paz foi assinado a 4 de Outubro de 1992, levando a que o povo carinhosamente o tratasse por “Obreiro da Paz”.

Em 1994 venceu as primeiras eleições multipartidárias na história do país, tendo sido reeleito Presidente da República em 1999. Apesar de o número 5 do artigo118 da Constituição moçambicana permitir que possa concorrer nas eleições presidenciais de 2004, Joaquim Chissano voluntariamente decidiu não o fazer.
Como Chefe de Estado moçambicano, Chissano ocupou altos cargos em organizações internacionais, nomeadamente, Presidente da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP); Presidente da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC); Presidente do Órgão da SADC para a Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança e Vice-Presidente da Internacional Socialista. Em Julho de 2003, foi eleito Presidente da União Africana.

Chissano é poliglota. Fala fluentemente cinco línguas: Changana, Português, Swahili, Inglês e Francês. Comunica em mais três línguas: Espanhol, Italiano e Russo.
É casado com Marcelina Rafael Chissano com que tem 4 filhos.
22.Set..2015 Escrito por
armando-guebuzaArmando Emílio Guebuza nasceu no dia 20 de Janeiro de 1943, em Murrupula na Província de Nampula. Muito jovem, juntou-se à luta pela independência, tornando-se membro do Núcleo dos Estudantes Secundários Africanos de Moçambique (NESAM) fundado por Eduardo Chivambo Mondlane. Ingressou na Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) em 1963. Dois anos depois é eleito membro do Comité Executivo. No decurso da luta armada de libertação nacional, foi nomeado Comissário Político, funções que exerceu até 1983.

Em 1974, após a assinatura dos Acordos de Lusaka, foi designado Ministro da Administração Interna durante o Governo de Transição.
Depois da proclamação da independência nacional, em 1975, foi nomeado Ministro do Interior, cargo que exerceu até 1977.

De 1978 a 1979 exerceu cumulativamente as funções de Governador de Cabo-Delgado. Em Maio de 1983 regressa ao Ministério do Interior com a patente de Tenente-General.
Foi designado, em 1990, Chefe da delegação governamental que, em Roma (Itália), durante dois anos participou nas conversações de Paz.

No primeiro Parlamento multi-partidário moçambicano, foi eleito Deputado pelo Círculo Eleitoral da Província de Maputo e, mais tarde, eleito Chefe da Bancada Parlamentar da FRELIMO.
Nas eleições gerais de 1999, foi, novamente, eleito Deputado da Assembleia da República pelo Círculo Eleitoral de Sofala mantendo-se como Chefe da Bancada Parlamentar do Partido FRELIMO.
Armando Emílio Guebuza é casado com a senhora Maria da Luz Guebuza e tem quatro filhos.

CRONOLOGIA:

1963 - Nomeado Presidente do Núcleo dos Estudantes Secundários Africanos de Moçambique (NESAM)

1964 – Devido às suas actividades no âmbito da luta pela independência, foi preso na Rodésia e deportado para Moçambique

1965 - Exilado na Suazilândia, na sequência das suas actividades de luta pela independência de Moçambique

1965/6 - Treino militar nos centros de Bagamoio e Nachingweia

1966 (Setembro) - Secretário do DEC

1968 - Inspector das escolas da FRELIMO

1970 - Comissário Político e Inspector das escolas da FRELIMO

1974 - Comissário Político e Ministro da Administração Interna no governo de transição

1975 - Ministro do Interior

1977 - Comissário Políitico das FPLM, Vice-Ministro da Defesa Nacional e substituto do Chefe do Estado-Maior General

1978 - Vice-Ministro da Defesa e substituto legal do Governador de Cabo-Delgado

1980 - Vice-Ministro da Defesa, substituto do Ministro da Defesa e Chefe da Logística Militar

1981 - Ministro residente em Sofala

1983 - Ministro do Interior

1985 - Responsável de cooperação com a China, Vietname e Coreia do Norte

1985 - Coordenador dos Ministérios da Agricultura, Comércio, Secretaria do Estado do Turismo, Secretaria do Estado da Hidráulica Agrícola e Secretaria do Estado da Indústria Ligeira e Alimentar

1987 - Ministro dos Transportes e Comunicações e Presidente da Comissão de Trabalho da SADCC

1990 - Chefe da Delegação do Governo às negociações de Paz para Moçambique, em Roma (Itália)

1992 - Chefe da Delegação do Governo na Comissão de Supervisão e Implementação do Acordo Geral de Paz em Moçambique

1995 - Chefe da Bancada Parlamentar da FRELIMO na Assembleia da República

1997 – Participou nas negociações para a paz no Burundi, tendo presidido à 1ª e 5ª Comissão de Negociação sobre Causas e Natureza do Conflito no Burundi

2000- 2002 - Chefe da Bancada Parlamentar da FRELIMO

2002 – Eleito Secretário-Geral do Partido FRELIMO e candidato às Eleições Presidenciais de 2004.

2004 – Eleito Presidente da República.

2005 – Eleito Presidente do Partido FRELIMO

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WEBSITE

19.Jun..2015 Escrito por

Manual do Mobilizador

O presente Manual do Mobilizador destina-se a auxiliar o trabalho de mobilização, particularmente nas informações, esclarecimentos sobre a importância e os objectivos da realização do recenseamento eleitoral, de 24 de Setembro a 22 de Novembro, a campanha eleitoral para as Assembleias Provinciais que decorre de 2 de Dezembro a 14 de Janeiro e o processo de votação no dia 16 de Janeiro de 2008.
O Manual do Mobilizador é um instrumento importante para auxiliar o nosso mobilizador para as actividades de educação cívica e mobilização para as Eleições das Assembleias Provinciais que terão lugar, a 16 de Janeiro de 2007. Este Manual é dirigido sobretudo àqueles militantes que receberem tarefas concretas dos Comités Provinciais, Distritais, de Zona e de Círculo, assim como das Células, visando mobilizar o nosso Povo sobre a importância de participar no recenseamento eleitoral, na campanha eleitoral e na votação do nosso Partido, a FRELIMO.
 
 
Para ler a versão completa do Manual do Mobilizador em formato PDF, clique na ligação abaixo.

 

Manual do Mobilizador

19.Jun..2015 Escrito por

FRELIMO. Cada Célula com o seu plano.

 

FRELIMO. Cada Membro com a sua tarefa.

 

Clique na ligação abaixo para ler o Manual da Célula completo em formato PDF.

 

Manual da Célula

19.Jun..2015 Escrito por

Membros do Partido

Pode ser membro da FRELIMO todo o moçambicano, maior de 18 anos de idade que no pleno gozo de direitos civis e políticos, aceite os Estatutos e o Programa do Partido.

 

Descarregue aqui a ficha de candidatura a militante da FRELIMO.

19.Jun..2015 Escrito por
Eliseu Joaquim Machava
Eliseu Joaquim Machava
Secretário Geral do Partido

Esperança Bias
Administração e Finanças

José Tomo Psico
Assuntos Parlamentares e Autárquicos
Aida Theodomira Libombo
Aida Libombo
Relações Exteriores
     

Agostinho Trinta
Organização, Formação e Quadros

Helena Muando
Organizações Sociais do Partido

Chakil Aboobacar
Assuntos Económicos

António Niquice
Mobilização e Propaganda 
       

(ARTIGO 69 DOS ESTATUTOS)
DEFINIÇÃO

1. O Secretariado do Comité Central é o órgão executivo nacional do Partido, sendo constituído pelo Secretário-Geral e pelos Secretários do Comité Central.
2. Em caso de impedimento, até quarenta e cinco dias, morte, suspensão, renúncia ou incapacidade permanente dum Secretário, a Comissão Política designará Secretário substituto, sob proposta do Secretário-Geral.
3. O Secretário substituto exerce a sua função até à deliberação da Comissão Política.
ARTIGO 70
COMPETÊNCIAS

1. Cabe ao Secretariado do Comité Central garantir a execução a todos os níveis das decisões do Partido, emitindo directivas e instruções e tomando outras medidas
pertinentes ao correcto funcionamento do aparelho do Partido.
2. No quadro das suas atribuições, ao Secretariado do Comité Central compete, em especial:
a) Preparar a proposta do plano anual de actividades do Partido e do respectivo orçamento;
b) Aprovar o estatuto e as carreiras profissionais dos funcionários do Partido;
c) Representar e zelar pelos interesses do Partido junto das entidades públicas e privadas;
d) Assegurar o apoio técnico e material às comissões e grupos de trabalho do Partido ao nível central;
e) Organizar e dinamizar as actividades geradoras de receitas para o Partido;
f) Garantir a existência de uma contabilidade organizada e um inventário actualizado dos bens móveis e imóveis do Partido, a nível nacional e assegurar a sua boa gestão;
g) Proceder a mais criteriosa e ordenada gestão patrimonial e financeira do Partido; e
h) Conduzir as relações internacionais do Partido de acordo com as grandes linhas de orientação aprovadas pelo congresso e pelo Comité Central.
Composição do Secretariado do Comité Central

 

José Augusto Tomo Psico, Secretário do Comité Central Para Assuntos Parlamentares e Autarquicos;

Aida Libombo, Secretária do Comité Central Para Relações Exteriores;

Esperança Bias, Secretária do Comité Central Para Administração e Finanças;

Agostinho Trinta, Secretário do Comité Central Para Organização, Formação e Quadros;

Helena da Glória Muando, Secretário do Comité Central Para as Organizações Sociais;

Chakil Aboobacar, Secretário do Comité Central Para os Assuntos Económicos;

António Rosário Niquice, Secretário do Comité Central Para Mobilização e Propaganda.

19.Jun..2015 Escrito por

Segue-se a lista dos novos membros do Comité Central eleitos a nível central:

Continuidade homens

- Marcelino dos Santos

- Alberto Chipande

- Feliciano Gundana

- Eliseu Machava

- Eduardo Mulémbwė

- Raimundo Pachinuapa

- Eneas Comiche

- Aires Aly

- Samora Machel Jr

- Filipe Paúnde

- Agostinho Trinta

- Edson Macuácua

- Sérgio Pantie

- Alberto Vaquina

- António Niquice

- José Tomo Psico

- Celso Correia

- Manuel Tomé

- Tomaz Salomão

- Carvalho Muária

- Eduardo Mariamo Abdula

- José Pacheco

- Chakil Aboobacar

Continuidade mulheres

- Verónica Macamo

- Margarida Talapa

- Carmelita Namashulua

- Alcinda Abreu

- Luísa Diogo

- Conceita Sortane

- Nyeleti Mondlane

- Lucília Hama

- Esperança Bias

- Graça Machel

- Catarina Dimande

- Marina Pachinuapa

- Helena Muando

Renovação homens

- Jaime Basílio Monteiro

- Carlos Agostinho do Rosário

- Carlos Mussanhane

- Carlos Mesquita

- Agostinho Mondlane

- Eusébio Lambo

Renovação mulheres

- Cidália Chaúque

- Maria Fernanda Moçambique Tonela

- Lucinda Santo

- Sónia Mucavele

Renovação jovens homens

- Alberto Chipande Júnior

- Licínio Mauaie

- Milton Valente

- Dominique Phiri

Renovação jovens mulheres

- Anchia Talapa

- Mariana Cupane

Renovação áreas económicas

- Bruno Morgado

- Namoto Chipande

- Salimo Valá

Renovação áreas sociais:

- Emília Moiane

Pela ACLLN

- Marcelo Pita

- Francisco Cabo

- Chinguane Mabote

Os restantes membros do Comité Central foram eleitos ao nível das conferências provinciais que tiveram lugar na primeira quinzena de Junho, durante os preparativos do XI Congresso.

Niassa com 10 membros, Cabo Delgado com 16, Nampula – 14, Zambézia – 15, Tete – 14, Manica – 10, Sofala – 12, Inhambane – 11,Gaza – 12, Maputo província – 10 e a Cidade de Maputo com 6 membros, todos homologados em sede do XI Congresso.

19.Jun..2015 Escrito por
  Filipe Jacinto Nyusi
Filipe Jacinto Nyusi
 
  Roque Silva Samuel
Roque Silva Samuel
 
Alberto Joaquim Chipande
Alberto Joaquim Chipande
Filipe Chimoio Paunde
Filipe Chimoio Paunde
Eduardo Joaquim Mulembwe
Eduardo Joaquim Mulembwe
Eneas da Conceição Comiche
Eneas da Conceição Comiche
Veronica Nataniel Macamo
Veronica Nataniel Macamo
Margarida Adamugy Talapa
Margarida Adamugy Talapa
Alcinda António de Abreu
Alcinda António de Abreu
Conceita Xavier Sortane
Conceita Xavier Sortane
Raimundo Domingos Pachinuapa
Raimundo Domingos Pachinuapa
Sérgio José Camunga Pantie
Sérgio José Camunga Pantie
Manuel Jorge Tomé
Manuel Jorge Tomé
Tomaz Augusto Salomão
Tomaz Augusto Salomão
Aires Bonifácio Aly
Aires Bonifácio Aly
Ana Rita Sithole
Ana Rita Sithole
Nyeleti Brooke Mondlane
Nyeleti Brooke Mondlane
Carlos Agostinho do Rosário
Carlos Agostinho do Rosário
Jaime Basílio Monteiro
Jaime Basílio Monteiro
       

COMISSÃO POLÍTICA
ARTIGO 62
DEFINIÇÃO E COMPOSIÇÃO
1. A Comissão Política é o órgão que orienta e dirige o Partido no intervalo das sessões do Comité Central.
2. A Comissão Política é composta por um número ímpar, entre quinze e vinte e um membros eleitos pelo Comité Central.
3. São membros da Comissão Política o Presidente do Partido, o Secretário-Geral e o Secretário do Comité de Verificação do Comité Central.
4. O Chefe da Bancada da FRELIMO na Assembleia da República tem assento na Comissão Política, sem direito a voto.
5. O Presidente da República, o Presidente da Assembleia da República e o Primeiro-Ministro, quando membros do FRELIMO, têm assento na Comissão Política, sem direito a voto.
REUNIÕES
1. A Comissão Política reúne, ordinariamente, uma vez por mês, por convocação do Presidente.
2. A Comissão Política reúne em sessão extraordinária por convocação do Presidente ou a requerimento de um terço dos membros ou sob proposta do Secretário-Geral.
ARTIGO 64
COMPETÊNCIAS
1. Compete, nomeadamente, à Comissão Política:
a) Velar pelo cumprimento das deliberações dos órgãos superiores do Partido;
b) Realizar análises sobre questões da vida nacional, internacional e do Partido, tomar decisões e propor linhas de actuação ao Comité Central;
c) Deliberar sobre questões urgentes e inadiáveis, prestando posteriormente contas dessas decisões ao Comité Central;
d) Convocar o Comité Central;
e) Preparar e apresentar nas sessões ordinárias do Comité Central relatórios sobre a acção política do Partido;
f) Preencher as vagas no Comité Central pela ordem de eleição dos membros suplentes;
g) Sob proposta do Secretário-Geral, definir a composição do Secretariado do Comité Central;
h) Apreciar os curricula e sancionar as propostas de candidaturas a Primeiros Secretários Provinciais;
i) Designar, ouvido o Comité de Verificação do Comité Central, os Primeiros Secretários Provinciais substitutos;
j) Homologar a designação de candidatos a presidentes de Conselhos autárquicos;
k) Deliberar sobre a atribuição de medalhas e distinções;
l) Criar e extinguir os órgãos de informação do Partido e autorizar as publicações locais;
m) Aprovar a linha editorial dos órgãos de Informação do Partido e nomear os respectivos directores;
n) Aprovar a política e o plano de formação de quadros;
o) Aprovar o programa das escolas do Partido e nomear os respectivos directores;
p) Apreciar e aprovar a candidatura da FRELIMO a Presidente da Assembleia da República;
q) Pronunciar-se sobre a composição do Governo da FRELIMO;
r) Deliberar sobre a participação do Partido em coligações governamentais e para os órgãos autárquicos;
s) Deliberar sobre a participação em associações partidárias e sobre a adesão em organizações;
t) Aprovar directivas; e
u) Criar, sob proposta do Secretariado do Comité Central, Comissões de Trabalho necessárias ao estudo e acompanhamento
pelo Partido dos grandes sectores da vida nacional e eleger os respectivos Presidentes e Secretários
2. Compete ainda à Comissão Política:
a) Coordenar e orientar a acção do Governo da FRELIMO e da sua Bancada Parlamentar na Assembleia da República;
b) Traçar directrizes para a actuação das bancadas e dos grupos de representantes do Partido ao nível dos órgãos locais do
Estado e das autarquias;
c) Apreciar os relatórios sobre a acção da Bancada Parlamentar na Assembleia da República e do Governo da FRELIMO
3. Para efeitos da alínea b) do n.º 1 do presente artigo, a Comissão Política reunirá, pelo menos duas vezes ao ano, com os Primeiros Secretários dos Comités Provinciais.

Boletim Informativo

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